Instalamos, Vendemos e Fazemos Manutenção Preventiva e Corretiva em Equipamentos Frigoríficos, Ônibus, Micro-Ônibus, Vans, Caminhões, Máquinas Pesadas, Câmaras Frigoríficas, Carros de passeio em Geral e Condicionador de Ar de todas as marcas. (98) 3244-5027 / 3088-0628 / 8866-7111 / 8121-9997 (mais...)

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Somos uma empresa com larga experiência no mercado de refrigeração especializada em instalação, manutenção preventiva e corretiva, garantindo o seu conforto, tranqüilidade e segurança, contando com equipamentos de última geração e com profissionais experientes e capacitados...

Produtos e Serviços 01

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terça-feira, 28 de agosto de 2012

ContiTech tem nova divisão de ar-condicionado




Empresa do Grupo Continental adquire unidade de negócio da norte-americana Parker Hannifin


ContiTech, do Grupo Continental e fabricante de produtos de borracha e plástico para a indústria automotiva, anunciou nesta segunda-feira, 13, a aquisição da divisão dear-condicionado automotivo da Parker Hannifin, com sede em Cleveland, Estados Unidos, que produz controles de refrigeração e componentes para aplicação em ar-condicionado de automóveis e veículos comerciais leves. A compra inclui as unidades da Parker no México (Monterrey e Montemorelos), República Tcheca, Coreia do Sul e China.

O negócio é avaliado como um dos maiores já realizados pela ContiTech, mas ainda está sujeito à aprovação das autoridades antitruste. As companhias não divulgaram o valor da transação. A empresa adquirida será integrada à divisão de Tecnologia de Fluídos.

“A aquisição está perfeitamente em linha com nossa estratégia de crescimento”, disse o CEO da ContiTech, Heinz-Gerhard Wente, durante a assinatura de compra realizada nesta segunda-feira, segundo comunicado divulgado pela companhia. “A Parker tem uma excelente presença entre os fabricantes de automóveis americanos e japoneses e abrirá portas adicionais para nós na Ásia. Após a aquisição, nós também nos tornaremos um parceiro mundial de fabricantes como a Ford, GM e Honda”, acrescentou.

Fonte: http://www.automotivebusiness.com.br

Importação de ar-condicionado do Mercosul terá imposto reduzido‎



Uma resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicada na edição desta segunda-feira (27) do Diário Oficial da União, altera a Lista Brasileira de Exceção à Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul.

A partir de 1º de setembro, haverá redução da alíquota do Imposto de Importação para aparelhos de ar condicionado e unidades condensadoras de, respectivamente, 35% e 25%, para 18%. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a medida se deve à entrada em vigor da política industrial para o setor de ar condicionado.

Outra alteração, que também vale a partir de 1º de setembro, é a redução, de 35% para 0%, da alíquota do Imposto de Importação para uma cota de 80 veículos de combate a incêndio em aeroportos. Os carros, informa o ministério, vão servir para modernizar a segurança de aeroportos brasileiros.

Fonte: http://g1.globo.com

Ar-condicionado no carro passa de ladrão de potência a item de segurança




Como exemplo de país tropical e por suas dimensões continentais, o Brasil deveria ter-se tornado o paraíso para os fabricantes de ar-condicionado para automóveis. Ocorre que problemas técnicos, de custo dos aparelhos e de baixo poder aquisitivo dos compradores, levaram a uma taxa de aplicação relativamente baixa durante muitos anos.
Para as concessionárias também não era producente ter muitos modelos estocados à espera de compradores interessados nesse equipamento. E tudo conspirava contra. Há uns 20 anos o sistema drenava parte relativamente elevada da potência do motor (10% ou até mais). Por consequência, o desempenho caía e o consumo de combustível aumentava, em alguns casos de forma expressiva, ao rodar no para-e-anda do trânsito urbano. Isso quando não fazia subir a temperatura do motor ou sobrecarregava a bateria.
Para complicar, em 1993 surgiu o carro popular. O primeiro foi o Fusca renascido, mas os demais optaram pelo motor de 1.000 cm³ (1 litro) de cilindrada já instalado nas versões de entrada, desde que o IPI teve sua alíquota nominal reduzida quase à metade em 1990. As potências eram baixas e tentar instalar ar-condicionado nem pensar. Automóveis de baixa cilindrada e de menor preço tomaram conta do mercado: em 2001 representavam incríveis 71% das vendas de automóveis e peruas.
Aos poucos, porém, os motores de 1 litro evoluíram e todo o conjunto de ar-condicionado, ainda mais. Os componentes diminuíram de peso e volume, além dos compressores ficarem mais leves e eficientes. Já era possível instalar o aparelho mesmo em carros de baixa cilindrada, desde que o motorista aceitasse uma perda mais ou menos tolerável de desempenho.
O que ajudou também foi o início do gerenciamento eletrônico dos motores. Antes disso, ainda no tempo dos carburadores, já era possível desligar o compressor, quando se pisava até o fim do curso do acelerador, bastante útil numa manobra de ultrapassagem. Hoje, sistemas de ar-condicionado, além de confiáveis e de baixo custo de manutenção, subtraem em torno de 5% da potência de um motor de 1,6 l e 100 cv ou 10% no caso de propulsor de 1 litro e 70 cv. O consumo de combustível aumenta cerca de 10%, em cidade, e 6%, em estrada, graças aos novos compressores de deslocamento variável.
CALOR É RISCO
Temperatura amena no habitáculo melhora a chamada segurança preventiva, ou seja, recursos de conforto que oferecem ao motorista condições ideais de conduzir o veículo. O corpo humano se sente bem em ambientes a 22° C e umidade relativa do ar de 50%: aumentam a concentração ao dirigir e a capacidade de reação.
Estudos recentes, divulgados pela Mahle, indicam que já a 27°C a pulsação e a temperatura corporal sobem, levando ao cansaço e até à agressividade. Elevação de mais 10°C significa risco de acidente 20% maior. O motorista se sente, sob essa condição climática, da mesma forma que se tivesse nível alcoólico no sangue de 0,5 g/l. Esse é, praticamente, o limite de 0,6 g/l da Lei Seca, quando o motorista poderá ser preso em flagrante, receber multa de R$ 1.915,40 e pena entre seis meses e dois anos de reclusão.
Portanto, investir cerca de R$ 3.000 num sistema de ar-condicionado, quando opcional de fábrica, vale a pena pelo conforto e também segurança preventiva. Atualmente, no Brasil, mais de 50% dos automóveis são vendidos com esse equipamento e pode chegar a 70% nos próximos anos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Saiba como escolher uma oficina de reparação




Preço justo, bom atendimento e equipe qualificada são fundamentais.
G1 apresenta guia para o consumidor fugir de 'roubadas' nas oficinas.
Por mais que você cuide de seu automóvel, chega o momento de fazer um pequeno reparo no carro. Pode ser mecânico, elétrico ou funilaria. A dúvida que cerca a maioria dos motoristas nesse momento é onde levar. Como escolher uma boa oficina de reparação? São diversos fatores que contam.

A primeira necessidade é o preço justo, seguido por bom atendimento, gente qualificada e respeito ao prazo estipulado. Conseguir juntar todos esses itens em um único local parece ser uma missão impossível. Se você já possui seu mecânico de confiança, ótimo, você é um privilegiado. Mas, você, que sempre pergunta aos amigos uma indicação e ninguém te ajuda, bem, o jeito é seguir alguns critérios que o G1 vai apresentar nessa coluna.


Mas onde levar? Pode parecer complicado, mas não é um bicho assustador. O primeiro passo é conhecer o local, esse contato é fundamental. Observe tudo. Veja se a oficina tem uma recepção. Não precisa ser sofisticado, apenas um local reservado para atender os clientes. Nesse momento, sua percepção do atendimento vai lhe indicar dados importantes, como o grau de conhecimento dos funcionários. Ao explicar o defeito, um atendente que faz cara feia ou julgue o reparo muito complicado, já indica que ele quer valorizar o serviço, o que muitas vezes não é a realidade.

Veja também se todos os funcionários trabalham de uniforme. Se estiver muito sujo é mau sinal. Veja também se o local em geral é bem conservado, principalmente a limpeza e se é iluminado e organizado. São detalhes, mas eles revelam o modo que o dono da oficina encara as coisas.

Se você vai deixar o carro, mesmo que seja apenas para um orçamento, tudo tem de ser bem explicado e um prazo deve ser estipulado. Ao deixar seu carro, a oficina deve emitir uma ficha detalhando o estado do veículo, nível de combustível, os equipamentos e acessórios, quilometragem etc.

Uma boa oficina dispõe de capas para os bancos e também forra o volante com uma película de plástico. Tudo para proteger o interior de manchas indesejáveis, além de demonstrar cuidado. É bom evitar deixar objetos de valores no interior do veículo.

Conforme o tipo de conserto a oficina necessita de ferramentas adequadas. Se for uma funilaria, uma boa estufa ou cabine de pintura é essencial. Se for mecânica ou elétrica, é bom lembrar que os carros atuais dispõem de bastante eletrônica embarcada, o que também exige equipamentos modernos para se fazer uma correta verificação.



Ampliar FotoFoto: Gabriella Sandoval/G1

Ao deixar carro para reparo, tenha certeza de não ter dúvidas em relação ao conserto (Foto: Gabriella Sandoval/G1)

Entretanto, não basta ter equipamentos sofisticados se não tiver funcionários qualificados. Uma forma de saber o quanto eles foram treinados é procurar por diplomas nas paredes. Toda oficina faz questão de deixar em local visível os treinamentos que seus funcionários tiveram. E, na prática, isso faz muita diferença. Também é bom ficar atento a esses diplomas. Bons cursos são ministrados pelo Serviço Nacional da Indústria (Senai), pelo ASE, uma sigla que vem do inglês Automotive Service Excellence (Excelência nos Serviços Automotivos, em português). Essa instituição não tem fins lucrativos e organiza testes de conhecimentos que valem diplomas.

As oficinas também podem ser diplomadas pelo Instituo da Qualidade Automotiva (IQA) que fornece uma certificação baseando-se pela organização, equipamentos e ferramentas que as empresas dispõem. Também tem o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), mais focado nos serviços de funilaria. Além desses órgãos, os fabricantes de autopeças também oferecem treinamento nos mais variados setores e todos de extrema importância para atualização dos mecânicos.

Ao deixar o seu carro para o reparo, tenha certeza de não ter dúvidas em relação ao conserto. Uma vez que a oficina apresentar o orçamento, ele precisa ser detalhado e se tiver qualquer dúvida, um funcionário deve saná-las imediatamente. Lembre-se que nem sempre o mais em conta é o melhor. O melhor preço é o justo. Algumas oficinas podem lhe oferecer a opção de substituir ou não alguma peça que já esteja com sua vida útil quase no final.

Pode parecer que o mecânico quer que você gaste mais, mas deve ser visto como economia. Muitas vezes se quer aproveitar o custo de mão-de-obra e já fazer uma substituição, além de aproveitar o tempo que você vai ficar sem carro. Porém, você pode recusar e deixar esse serviço para depois. Essa opção é que demonstra o quanto a oficina é correta. É bom também prestar atenção nas peças a serem substituídas. Mesmo que você não conheça a marca que é melhor ou pior, faça questão de peças de qualidade.

Com o carro pronto a oficina deve lhe apresentar todas as peças trocadas e também emitir a nota fiscal com tudo discriminado, além de indicar o prazo de garantia do serviço. Com esses cuidados, certamente você vai evitar aborrecimentos na escolha de uma oficina. Vale ressaltar que, se gostar do serviço, do atendimento e da qualidade do trabalho, mantenha o estabelecimento na sua agenda de contatos, pois uma boa oficina você não encontra em qualquer esquina.

Especialista responde a mais dúvidas sobre ar-condicionado






Manutenção vai além da troca do gás do sistema de refrigeração. 

Siglas e adaptações nos veículos também são esclarecidas.



Quando chega o calor intenso do verão é que realmente se sente a necessidade do ar-condicionado no carro - um veículo parado sob o sol pode atingir a temperatura interna de até 70º C. E é também neste momento que se percebe falhas no sistema. Assim, o G1 esclarece mais dúvidas sobre o uso do aparelho. Perguntas sobre siglas e adaptações nos veículos também são abordadas.

Tenho um Corsa 1.0 sedan 2000, quando ligo o ar tem um sistema tipo um rele que atraca e diminui o rendimento do veículo. O consumo de combustível aumenta usando o ar dentro da cidade e na estrada em torno de quantos por cento? 
- Sidney 
O consumo de automóvel aumenta com a utilização do ar-condicionado, mas o fator preponderante é a forma de condução. Se o motorista não imprime fortes acelerações, se não estica as marchas demais e não pisa no acelerador sem necessidade, o consumo vai ser menor. Quanto ao condicionador de ar, o seu compressor é ligado ao motor do carro por meio de correias, que por sua vez retira do motor algo em torno de 8 a 15 cavalos de potência. 

O ar-condicionado do meu carro parece não resfriar o suficiente. Quando ligado, ele solta um ar gelado, mas não chega a ficar totalmente fresco dentro do veículo, principalmente para quem viaja no banco traseiro. Já troquei o gás e não resolveu. O que pode estar acontecendo?
- Eliane, Curitiba (PR) 

A manutenção periódica do equipamento é que vai garantir seu correto funcionamento. No seu caso, leve o carro a uma empresa especializada em ar-condicionado e peça para fazer uma inspeção geral. Não basta completar o gás refrigerante, também é preciso verificar se não há vazamentos no aparelho.

Comprei um Palio ano 1999/2000, motor 1.0. Ele veio equipado com ar-condicionado, mas este ar não é de fabrica. Gostaria de saber se o carro fica comprometido com este equipamento.
- Cidney 

O ar-condicionado é um equipamento em que a instalação não é recomendada fora da fábrica. Isso porque pode ocasionar diversas adaptações que, com o tempo, comprometem algum componente ou mesmo a durabilidade do equipamento. O mais comum é a infiltração de água no interior do veículo, além de problemas elétricos, já que conforme a adaptação, mesmo em concessionárias, pode ser utilizada peça paralela. Um bom exemplo é a correia do alternador, que também vai girar o compressor. Em algumas instalações fora da fábrica, a correia utilizada patina e não aciona adequadamente o alternador, que por consequência não carrega a bateria corretamente. O final disso tudo é que o motorista pode ficar na mão.

Com chuva, uso normalmente o ar e o desembaçador traseiro?
- Fernando Fortes 

Exatamente. Em dias de chuva, o uso do condicionador de ar pode ser normal. Lembre-se apenas de alternar a saída do ar e direcionar para o pára-brisa por um determinado tempo e depois para o interior do carro. Fique atento quando a saída de ar estiver direcionada para o pára-brisa. Nessa posição o recirculador de ar fica desativado, assim, se estiver atrás de um caminhão, vai entrar aquela fumaça desagradável. Já o desembaçador só ligue quando o vidro estiver realmente embaçado. Alguns minutos depois desligue. Isso prolonga a vida útil do desembaçador traseiro.

O ar-condicionado possui varias faixas de temperatura, o consumo de combustível aumenta quando este está na posição frio máximo e diminui quando está no frio mínimo ou médio?
- Reginaldo Raposo 


O uso do ar-condicionado aumenta sim o consumo de combustível, mas o compressor do ar-condicionado dos carros funciona de forma constante, de modo que, independente da velocidade escolhida, o consumo de combustível será o mesmo. 

Ampliar FotoFoto: Divulgação

Pajero Dakar (Foto: Divulgação)

Mais siglas
O que significa HPE que tem nas Pajeros?
- Patrício Neto 

A sigla HPE vem de High Performance Equipment. Em português, equipamento de alto desempenho. Os modelos L200 e Pajero da Mitsubishi desta versão contam com motor mais potente, bancos de couro e um kit de acessórios com bússola, inclinômetro e altímetro, além de outros detalhes estéticos externos, conforme o modelo.

O que é TBI, ouvi falar mas não sei do que se trata?
- Wilson Aparecido 


A TBI vem de “throttle body injection”, que nada mais é que o corpo da injeção. Nas oficinas é mais conhecido por corpo da borboleta. Esse foi o nome dado ao conjunto que substituiu o carburador nos primeiros modelos a injeção. Até hoje serve para designar o corpo da borboleta dos carros mais modernos, mesmo os que não têm o bico injetor acoplado.

Adaptação

Tenho dúvida sobre ignição. Quero saber se dá para colocar ignição eletrônica num carro de carburador e ignição normal.
- Caio Antunes dos Santos 


Essa adaptação é possível sim, porém vai variar de motor para motor. Em alguns casos compensa, principalmente nos motores maiores, como por exemplo, um V6 ou V8. Outros que podem receber essa adaptação são os motores que equipam os modelos Opala de 4 e 6 cilindros e também as versões Ford de 4 cilindros que equipam antigas caminhonetes, como a F-100 a gasolina. Além de melhorar o desempenho, o motor ficará mais econômico e menos poluente. Porém, qualquer tipo de adaptação deve ser bem planejada e executada por um mecânico extremamente competente.

Eu costumo andar com meu carro numa descida em “ponto morto”. Isso economiza combustível ou não?
- Felippe Macedo 


Essa prática não economiza, aliás, não é indicada para nenhum carro, seja com injeção ou não. No caso específico dos carros equipados com injeção eletrônica de combustível, quando o motorista pega uma longa descida e tira o pé do acelerador, mas mantém o motor engrenado, o que acontece é que a central eletrônica detecta isso e corta o envio de combustível por certo instante, o que economiza mais. Se o mesmo motorista entra nessa descida, mas coloca o carro em ponto morto, o que acontece é que a central eletrônica detecta que o carro está em marcha lenta e assim precisa de uma rotação mínima e, em conseqüência, o envio de combustível, o que vai gastar mais em relação à condição anterior, quando engrenado.

Fonte: G1.com

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